Como surgiram as práticas corporais de aventura por que elas foram?

A definição de esporte de aventura, também conhecido como esporte da natureza, surgiu no final da década de 1980 e início da década de 1990, quando foi usado para designar esporte de adultos como o paintball, skydiving, surfe, alpinismo, montanhismo, paraquedismo, hang gliding , bungee jumping, trekking , ciclismo de …

Como surgiu a prática corporais de aventura?

Como surgiu o esporte de aventura? A modalidade esporte aventura surgiu no fim da década de 1980, quase em 1990. Na primeira vez que foi usada essa denominação, sua função era nomear esportes de adultos, como skydiving, surfe, montanhismo, paraquedismo, trekking, alpinismo, ciclismo de montanha e paintball.

Quando e onde surgiram as práticas corporais?

As práticas corporais alternativas têm origens diferentes, em especial o Oriente próximo e distante: Índia, China e Japão são alguns dos países que desenvolveram essas técnicas que utilizamos hoje. Todas as práticas corporais alternativas apresentam um ponto em comum: o controle da respiração.

Como e onde surgiu o esporte de orientação?

A Orientação, como atividade, acompanha o homem desde sua origem. No entanto, como esporte, surgiu nos países nórdicos há mais de cem anos, com o propósito de realizar-se uma atividade física ao ar livre, mantendo a mente do praticante ocupada em toda a sua execução e contribuindo para a educação ambiental.

Quando e como as práticas corporais de aventura na natureza chegaram ao Brasil?

No Brasil, os Esportes de Aventura, conhecidos comumente como Esportes Radicais, começaram a ganhar força de participação e visibilidade midiática a partir da década de 1980 e, segundo UVINHA (2001, p.

Como surgiu o esporte de aventura corrida de orientação?

O esporte nasceu nos países nórdicos por volta do ano 1850. Os militares trouxeram o esporte para o Brasil na década de 70 e em janeiro de 1999 foi fundada a Confederação Brasileira de Orientação (CBO). … Porém, a federação foi fundada apenas em janeiro de 2011.

Quando e onde surgiu as práticas corridas de orientação no Brasil?

No Brasil, a história da Orientação começou em 1970, quando alguns militares foram a Europa observar as competições de Orientação. Em 1971, o Coronel Tolentino Paz, pioneiro na Orientação, organizou as primeiras competições militares no Brasil.

O que são práticas corporais de aventura na natureza?

As práticas de aventura na natureza se caracterizam por explorar as incertezas que o ambiente físico cria para o praticante na geração da vertigem e do risco controlado, como em corrida orientada, corrida de aventura, corridas de mountain bike, rapel, tirolesa, arborismo etc.

O que as práticas corporais de aventura na natureza possibilitam?

As práticas corporais de aventura na natureza além de promoverem o bem estar físico e mental, devem ser um caminho para promoção de ações ambientais nas quais os alunos possam construir os conhecimentos necessários para a conscientização e modificação de atitudes e comportamentos que poderão resultar na preservação e …

Como surgiu a corrida de aventura?

Nova Zelândia
O conceito “Corrida de Aventura” foi criado pelo jornalista francês Gerárd Fusil em 1989, na Nova Zelândia, quando criou a empresa Raid Gauloises, dando início a uma atividade que promove eventos nacional e internacionalmente envolvendo atletas, organizadores e empresas patrocinadoras.

O que é corrida de Orientação resumo?

A Corrida de Orientação, ou simplesmente ORIENTAÇÃO é uma moderna modalidade desportiva que usa a própria natureza como campo de jogo. É um desporto em que o praticante tem que passar por pontos de controle (PCs) marcados no terreno, no menor tempo possível, com o auxilio de um mapa e de uma bússola.

Onde surgiu o esporte de Orientação?

Modalidade desportiva de ar livre que tem a sua origem na Suécia no ano de 1918 com o Major e Escuteiro E. … A corrida de orientação, também conhecida como o “desporto da floresta”, corresponde atualmente a uma necessidade que o homem tem de recuperar o contacto com a natureza.

Onde e como surgiu a Orientação?

História. A orientação (em sueco: orientering) começou na Suécia por volta de 1918. Conta-se que um corredor de fundo, matemático, considerando que o tempo gasto a praticar a atividade era um tempo perdido para a mente, resolveu começar a solucionar problemas de matemática enquanto corria.

São exemplos de práticas corporais de aventura na natureza *?

Práticas corporais de aventura na natureza – são realizados em ambiente natural, tendo contato direto com a natureza e com o meio ambiente. Exemplos: surfe, mountain bike, corrida de orientação, rafting, canoagem, etc.

Esportes de aventura: lazer e esportiza��o

Graduada em Educa��o F�sica da Universidade Estadual do Cear�

Especializando em Educa��o na Universidade Estadual do Cear� � UECE

(Brasil)


Simoara Freire de Macedo

simoaga@hotmail.com

Siomara Freire Macedo de Araujo

siomarafma@hotmail.com


Resumo

          Os esportes de aventura caracterizam-se como um conjunto de pr�ticas recreativas que surgiram nos pa�ses desenvolvidos na d�cada de 1970, mas que s� obtiveram desenvolvimento e consolida��o na d�cada de 1990. A classifica��o destes esportes deu-se atrav�s dos tr�s grandes meios f�sicos: a terra, o ar e a �gua. O objetivo deste artigo � realizar uma an�lise do esporte de aventura e sua �esportiza��o� atrav�s da espetaculariza��o, onde em meio ao prazer sua pr�tica manifesta no esportista a satisfa��o de ser visto. Esta pesquisa foi realizada atrav�s de uma an�lise bibliogr�fica contendo dados relevantes sobre o tema exposto. Atrav�s do que foi pesquisado percebe-se que o esporte de aventura tem ganhado cada vez mais espa�o no esporte de alto rendimento, por�m o seu enfoque de lazer foi perdido, al�m disso, estes esportes podem ser utilizados tamb�m como instrumento pedag�gico promovendo educa��o para jovens e adultos.

          Unitermos:

Esporte de aventura. Lazer. Alto rendimento//www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - A�o 14 - N� 137 - Octubre de 2009

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Introdu��o

    Os esportes de aventura constituem um conjunto de pr�ticas recreativas que surgiram nos pa�ses desenvolvidos na d�cada de 1970, desenvolvendo-se e consolidando-se na d�cada de 1990. Sobre o abrigo dos novos h�bitos e gostos da sociedade p�s-industrial, essas pr�ticas definiram-se como alternativa emergente no tempo de �cio ativo entre as diversas ofertas l�dicas, higi�nicas e competitivas relacionadas com os distintos modelos corporais existentes (BETR�N, 2003).

    Esses novos esportes s�o praticados por pessoas comuns, homens e mulheres que muitas vezes s�o considerados sedent�rios. S�o procurados tamb�m por pessoas de vida rotineira, com poucas oportunidades para atividades que requerem certo grau de destreza f�sica (CANTORINE; OLIVEIRA, 2005).

    Com o surgimento de competi��es como as corrida de aventura, os raids, competi��es de rafting, de escalada e outros, surgi ent�o, o processo de �esportiza��o� dessas atividades (SERRANO 2000).

    O esp�rito aventureiro hoje t�o ou mais presente nas atividades esportivas de aventura e risco calculado permite ao homem �jogar com o destino� e com as adversidades (COSTA, 2000). Os seres humanos desenvolveram essas atividades de lazer, como uma medida de oposi��o �s tens�es ocasionadas pelo estresse que os mesmos criam no decorrer de seu desenvolvimento junto � sociedade (CANTORINE; OLIVEIRA, 2005).

    O papel da competi��o, da sorte, do simulacro ou da vertigem. Chamar-lhes-ei respectivamente de Ag�n, Alea, Mimicry e Ilinx . Todas se inserem francamente no dom�nio dos jogos. Joga-se � bola, ao berlinde ou as damas (Ang�n) , joga-se na roleta ou na loteria (Alea), faz-se de pirata, de Nero ou de Hamlet (Mimicry), brinca-se provocando em n�s mesmos, por um movimento r�pido de rota��o ou queda, um estado org�nico de confus�o de desordem , (Ilinx) (CAILLOIS, 1990, p. 32).

    Um dos fen�menos mais surpreendentes da �poca atual � o crescimento quase desenfreado dos esportes na natureza, modalidades de jogos que se enquadram tanto no ilinx � por seu forte componente de vertigem � como no ag�n, dado que muitas vezes assumem a forma organizada de desafios competitivos (SPINK; ARAGACKI; ALVES, 2004, p.03).

Esportes de aventura, um pratica de lazer

    Nessas atividades de aventura podemos encontrar uma mistura de tr�s vis�es de vida e de mundo. A vis�o f�sica extrema (natureza, �gua, velocidade), a vis�o emotiva interna (risco, liberdade) e vis�o qu�mica (adrenalina) (BRUHNS, 1999).

    As sensa��es causadas pelos esportes de aventura refor�am o �ilinx� esportivo, (elementos delimitadores de um universo l�dico), fazendo dessas sensa��es de desequil�brio, mergulho, queda e outras sensa��es de instabilidade uma fonte de prazer e, dessa forma, criando uma busca paradoxal, entre a seguran�a obtida atrav�s do avan�o tecnol�gico e a procura por atividades de alto risco, que proporcionam muitas vezes grande perigo f�sico para os praticantes (BRUHNS, 1999). Nesses esportes � imposto um jogo �cibern�tico� do corpo, pois, minimizam o consumo de energia, por�m maximizam informa��es com uma oscila��o do sistema homem/m�quina entre dois limites extremos, sendo sutil o seu controle (MIRANDA, 1995 apud BRUHNS, 1999).

    As novas atividades (esportes de aventura) tornam-se poss�veis para qualquer praticante devido ao desenvolvimento tecnol�gico, possibilitando a qualquer ser humano praticar atividades de risco programado e aventurar-se em qualquer ambiente (ar, �gua e terra) (BETR�N, 1999).

    Procurou-se proporcionar uma classifica��o dos esportes de aventura e estes foram classificados nos tr�s grandes meios: terra, ar e �gua (BETR�N, 2003).

    Betr�n (2003) cita em sua obra algumas atividades de aventura divididas em seus ambientes f�sicos. As pr�ticas de terra (skateboard, snowboard, montain bike, esqui acrob�tico, escalada livre), de �gua (surf, hidrospeed, rafting, decida de barrancos), de ar (rope swing, queda livre em p�ra-quedas, asa delta, parapente), que comp�em as �atividades f�sicas de aventura na natureza�. Esses esportes de aventura caracterizam-se por ocasionarem sensa��es de risco e incerteza, existem os condicionantes que podem influenciar, provocando esta incerteza s�o classificados em dois tipos: fatores meteorol�gicos como umidade e temperatura, e os fen�menos meteorol�gicos como vento, ar, chuva e a neve.

Competi��o e esporte de aventura

    Antigamente era mais importante divertir-se do que exibir uma t�cnica. Os esportistas buscavam somente o lazer e o prazer de aventurar-se. Hoje, estes utilizam seu tempo dispon�vel para aperfei�oar sua t�cnica visando competi��es e vit�rias (MARINHO, 2003).

    Cada �poca tem seu desporto porque tem o seu cidad�o. Um e outro resultante de muta��es sociais, sobretudo no plano dos valores, dos direitos, dos interesses dos problemas e das necessidades (BENTO, 1997, p. 95).

    Pode-se observar isso atrav�s das corridas de aventura. A natureza � reduzida a um �cen�rio teatral�, um espet�culo, onde os atletas configurados como protagonistas empurram-se para al�m de seus limites f�sicos (MARINHO, 2003).

    No final dos anos 1980 v� emergir novas modalidades de risco-aventura: os ralis humanos. A primeira competi��o nessa nova modalidade teria sido o Raid Gauloise, concebido por um jornalista franc�s, G�rard Fusil, e realizado pela primeira vez na Nova Zel�ndia em 1989. (SPINK; ARAGACKI; ALVES, 2004, p. 04).

    Particularmente nessas viv�ncias, alguns sentimentos n�o est�o completamente definidos pelos competidores. As almejadas sensa��es de adrenalina, de riscos extremos e radicais parecem ter forte rela��o com a populariza��o dos termos, desencadeada, principalmente pela m�dia. Outras sensa��es como satisfa��o, relaxamento e bem estar parecem ser menos registradas, permitindo crer que, por serem mais comumente manifestadas no cotidiano, tais sensa��es s�o desprezadas nessas competi��es (MARINHO, 2003).

    Para Marinho (2003), o desenvolvimento do sujeito parece ter ficado em segundo plano j� que primeiramente s�o visualizados o marketing e o consumo. A autora afirma ainda que o sinal de riqueza nos dias atuais est� estampado como sendo do consumo e n�o a exist�ncia do tempo livre. Nesse processo, o marketing rotula a natureza como mito que � tomado pelo mercado e ilustra a exacerbada estetiza��o do consumo de nossos dias. O lazer, portanto torna-se mercadoria.

    Percebe-se uma tend�ncia � estetiza��o dos gestos esportivos dentro de certo refinamento de suas exibi��es, composto numa imagem com a natureza muitas vezes exuberante. Numa espetaculariza��o e em meio ao prazer da pr�tica, outro sentimento se manifesta, ou seja, o prazer de ser visto, sensivelmente notado nos praticantes. Esses esportes procuram por rendimento e produ��o de performance em um novo registro quando comparados aos esportes mais tradicionais e algumas pr�ticas corporais como, a gin�stica e a muscula��o. Os esportes tradicionais apresentam-se como uma atividade que possue um aspecto pl�stico e core�grafo os quais buscam rendimento pelo rendimento. Nos novos esportes (de aventura), n�o ocorrem treinamentos pr�vios intensivos, ou seja, a experimenta��o � direta. H� um n�tido afastamento do rendimento planejado (BRUHNS, 1999).

    O autor Jesus (2003) cita uma passagem de Augustin (1997-1998) onde coloca que a busca pela aventura e a realiza��o pessoal superam-se nas pr�ticas de esportes de aventura e destaca a diferen�a entre os novos esportes e os esportes tradicionais. A excita��o inerente �s novas pr�ticas esportivas necessita de desafios, novas situa��es. O autor ressalta ainda que os esportes de aventura tendam a procurar por lugares praticamente intocados: picos elevados, vertentes �ngremes, cavernas, ambientes submarinos, vales em gargantas, corredeiras e cachoeiras, sabe-se que tais pr�ticas se inscrevem especialmente de forma provis�rias, tendendo assim a multiplicar os lugares de aventura e inventar constantemente novos points.

    Para Le Betron (2007) os homens buscam a natureza para superar seus limites, provar a si mesmo que podem fazer algo que para muitos parece imposs�vel e no final de tudo, de todas as dificuldades, nem que seja por um momento, sentir-se existir, sentir-se vivo. Os esportes de aventura na natureza proporcionam essa sensa��o por serem atividades que causam risco a pr�pria vida, mas que ao mesmo tempo levam os indiv�duos a lugares muitas vezes nunca vistos pelos os homens e fazem liberar em seu corpo sensa��es de liberdade e poder.

    Al�m de promover a sensa��o de prazer e liberdade, o esporte � uma ferramenta para educa��o (TUBINO, 2001) e o esporte de aventura tem um grande potencial para esta educa��o, principalmente para forma��o do car�ter do indiv�duo.

Conclus�o

    Por meio desta revis�o da literatura percebe-se que atrav�s destas pr�ticas pode-se trabalhar tamb�m a educa��o ambiental, preservando o meio ambiente, j� que a natureza � necess�ria para essas pr�ticas, al�m de outros aspectos formadores do indiv�duo. O esporte como instrumento pedag�gico contribui na forma��o do car�ter do indiv�duo, sendo este constru�do atrav�s de princ�pios como participa��o, coopera��o e co-educa��o, o que tamb�m acontece no esporte de aventura. Em contra partida o esporte de alto n�vel ou de rendimento � regido pelas regras espec�ficas de cada modalidade n�o deixando brechas para a forma��o do indiv�duo cr�tico.

    Contudo, o esporte de aventura tem sido trabalhado apenas pelo vi�s do rendimento n�o existindo um trabalho de educa��o atrav�s deste esporte. Assim, � clara a necessidade de que haja cada vez mais pesquisas abordando o tema esporte de aventura, enfatizando suas poss�veis utiliza��es tanto na �rea do lazer quanto no �mbito escolar, seus benef�cios a sa�de f�sica e metal de crian�as e adultos, fugindo do paradigma da �esportiza��o�.

Referencias

  • BETR�N, Javier. Rumo a um novo conceito de �cio ativo e turismo na Espanha: atividades f�sicas de aventura na natureza. In: MARINHO, Alcyane; BRUHNS, Helo�sa. Turismo, lazer e natureza. Barueri, SP: Manole, 2003, p. 29-52.

  • CAILLOIS, Roger. Os jogos e o Homem. Lisboa, Portugal: Cotovia, 1990, p. 09-228.

  • CANTORINI, Jos�; OLIVEIRA JR, Constantino. As atividades f�sicas de aventura na natureza: Um Estudo na Perspectiva do Processo Civilizador e da Tecnologia como Fator de Afastamento e Aproxima��o da Natureza. Ponta Grossa, PR, Brasil. 24 a 26 de Nov. 2005. pagina��o irregular.

  • COSTA, Vera. Esporte de aventura e risco na montanha: um mergulho no imagin�rio. S�o Paulo, SP: Manole, 2000. p. 217.

  • JESUS, Gilmar. A leviana territorialidade dos esportes de aventura: um desafio � gest�o do ecoturismo. In: MARINHO, Alcyane; BRUHNS, Helo�sa. Turismo, lazer e natureza. Barueri, SP: Manole, 2003, p. 75-100.

  • LE BETRON, David. Aqueles que v�o para o mar: o risco do mar. In: Revista brasileira de ci�ncias do esporte. Campinas, SP. Autores Associados. V.28, n. 3, maio de 2007. P. 9-20.

  • MARINHO, Alcyane. Da acelera��o ao p�nico de n�o fazer nada: corpos aventureiros como possibilidade de resist�ncia. In: MARINHO, Alcyane; ; BRUHNS, Helo�sa. Turismo, lazer e natureza. Barueri, SP: Manole, 2003, p. 29-52.

  • MARINHO, Alcyane. Do Bambi ao Rambo ou vice e versa?: as rela��es humanas com (e na) natureza. In: GEBARA, Ademir; PRONI, Marcelo, n. 3. Conex�es: educa��o, esporte e lazer. Campinas, SP: Unicamp, 1999. p. 33-41.

  • SPINK, Mary; ARAGAKI, S�rgio; ALVES, Marina. Da exacerba��o dos sentidos no encontro com a natureza: contrastando esportes radicais e turismo de aventura. S�o Paulo, SP, 2004. Pagina��o irregular.

    Como surgiram as práticas corporais de aventura porque elas foram?

    HISTÓRIA DAS PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA OS ESPORTES RADICAIS, SURGIRAM NO FINAL DA DÉCADA DE 1980 E INÍCIO DA DÉCADA DE 1990, QUANDO FOI USADO PARA DESIGNAR ESPORTE DE ADULTOS, QUE ANTES ERAM ESPORTES PRATICADOS POR UM PEQUENO GRUPO DE PESSOAS.

    Como surgiram o esporte de aventura?

    COMO SURGIU O ESPORTE DE AVENTURA? A modalidade esporte aventura surgiu no fim da década de 1980, quase em 1990. Na primeira vez que foi usada essa denominação, sua função era nomear esportes de adultos, como skydiving, surfe, montanhismo, paraquedismo, trekking, alpinismo, ciclismo de montanha e paintball.

    Como surgiram as práticas corporais urbanas?

    As práticas corporais de aventura urbana surgiram como adaptação das atividades realizadas na natureza para o espaço das cidades, reelaborando o uso e deslocamento nestes espaços para extrair deles as experiências de quebra da rotina, do desprendimento de códigos e padrões, além de experimentar novas sensações por meio ...

    Quando e como as práticas corporais de aventura na natureza chegou ao Brasil?

    O surgimento dos esportes de aventura No Brasil, os Esportes de Aventura, conhecidos comumente como Esportes Radicais, começaram a ganhar força de participação e visibilidade midiática a partir da década de 1980 e, segundo UVINHA (2001, p.

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